Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Parece que é desejo do presidente Jair Bolsonaro, esticar o Auxílio Emergencial em mais três parcelas. Especula-se que os valores seriam R$ 500, R$ 400 e R$ 300. Numa live na quinta-feira (25) ao lado de Paulo Guedes, Bolsonaro confirmou que irá prorrogar o auxílio.
Assim que começou a pandemia, o governo federal criou o Auxílio Emergencial para ajudar as pessoas atingidas pela crise criada pela Covid-19.
A terceira parcela do Auxílio Emergencial será pago para 64 milhões de brasileiros. Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), disse que o desembolso da 3ª parcela ainda está no início, o balanço de pagamentos indica que o governo já gastou R$ 89,3 bilhões com o benefício:
“Os 34,4 milhões que se cadastraram pelo site da CEF pelo aplicativo de celular são os brasileiros que o governo chama de “invisíveis”. Passaram a ter cadastro atualizado e conta bancária digital (operam apenas por meio de celular)”.
Na terça-feira (23), o ministro Paulo Guedes se reuniu com sua equipe do Ministério da Economia, para discutir o prolongamento do Auxílio Emergencial. Serão três parcelas extras, que poderá ser de R$ 500,00, R$ 400 ou R$ 300.
A área jurídica do governo estuda uma forma de prorrogar o auxílio emergencial sem ter de passar pelo Congresso.
Depois que forem pagas as três parcelas extras do Auxílio Emergencial, o ministro Paulo Guedes e a sua equipe querem lançar o Renda Brasil, que reunirá vários programas sociais, incluindo o Bolsa Família.
No governo de Luis Inácio Lula da Silva, foi criado o Bolsa Família que já era uma unificação de vários benefícios federais. Agora, parece que estão preparando um novo salto e aumento de valor a ser pago de maneira perene a uma parte da população.
O Bolsa Família tem um valor médio de R$ 200. O Renda Família irá fixar o pagamento na faixa de R$ 200 a R$ 300. Sendo que, 19,2 milhões de brasileiros que já recebem o dinheiro, devem ser agregados os antigos “invisíveis”, que agora passaram a ter cadastro e conta bancária digital.
O governo irá avaliar os 34,4 milhões dos ex-invisíveis que irão entrar no Renda Família. Eles serão divididos entre os que são de fato miseráveis e os que já têm algum tipo de empreendedora.
Os pobres deverão seguir recebendo algum tipo de renda básica do governo. Os outros estarão inseridos no programa Verde Amarelo, que terá imposto de renda negativo.
O Verde Amarelo será uma iniciativa para formalizar uma legião de brasileiros que hoje vive de bicos. Por exemplo, o vendedor ambulante ou o prestador de serviços eventuais em residências.
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